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O Centro Espírita “Ismênia de Jesus” (Casa dos Pobres), fundada em 1° de janeiro de 1937, têm como objetivos prioritários, a difusão da Doutrina dos Espíritos e o amparo ao próximo.
Hoje com mais de 73 anos de atividade, se consagra como escola de formação espiritual e moral, baseada no Espiritismo, e como posto de socorro e atendimento fraternal a todos os que o procuram com o propósito de obter orientação, esclarecimento, ajuda ou consolação.
Em seus trabalhos diários, podemos encontrar diversos tipos de atividades que vão desde o apoio às crianças, seus pais e aos necessitados do pão material, moral e espiritual.
É núcleo de estudo, de fraternidade, de oração e de trabalho, com base no Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita, é a Casa dos Pobres “de Jesus”, onde as crianças, os jovens, os adolescentes e os idosos têm a oportunidade de conviver, estudar e trabalhar, dentro dos princípios espíritas. É a oficina de trabalho que proporciona aos seus freqüentadores oportunidade de exercitar o aprimoramento íntimo, pela vivência do Evangelho em suas atividades. Segue a recomendação de Jesus: “Amai-vos uns aos outros”, por isso, é recanto de paz construtiva, propiciando a união de seus freqüentadores.
Com o pensamento em edificar o futuro com o Cristo de Deus, têm como prioridade o auxílio à criança, pois se desejamos solucionar os problemas do mundo, de maneira definitiva, é indispensável ajudar a criança.
Não apenas o assistencialismo, nem tão-somente o estudo ou pesquisa, mas o conjunto dessas atividades, de forma equilibrada, perfazem o objetivo maior do C.E.I.J., pautando pelas diretrizes da codificação, absorvendo também os ensinos trazidos pelas obras subsidiárias e pela união dos espíritas unificando o Movimento Espírita, numa demonstração da dinâmica progressiva da Doutrina, aliada à renovação das mentes em bases seguras.
Este é o C.E.I.J., que foi alicerçado pela nossa querida irmã Maria Máximo, sua fundadora, que com muita luta e enfrentando grandes dificuldades, conseguiu apesar de sua condição de mulher, que naquela época sofriam grande discriminação perante o sexo masculino, e somando a isto, estávamos no período da Grande Guerra Mundial, em plena crise nacional e internacional, construiu esta obra maravilhosa.
Maria Máximo, médium clarividente, auditiva, psicografa, de desdobramento, de transfiguração, psicofonia e de excepcional capacidade curadora, atendia diuturnamente as pessoas que a procuravam vindas de toda parte. Expositora inspirada era ouvida por grande assistência em absoluto silêncio. Pessoas das camadas sociais mais simples até as de grande cultura e elevada posição social e financeira, buscavam-na sequiosos de esclarecimento e consolo.
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